Solstaria

Eclipses

Todos os eclipses dos próximos quatro anos, cada um desenhado com os próprios números: quanto do disco fica coberto e o minuto em que cada etapa começa e termina, além de como ele aparece de onde você vai estar.

Um eclipse da Lua aparece igual de qualquer lugar onde a Lua esteja no céu. Um do Sol depende de onde exatamente você está, então esta página precisa de um lugar. Ele fica guardado neste aparelho e não é enviado para lugar nenhum.

O próximo

Depois disso, por quatro anos

Todos os horários estão no seu fuso, tirado deste aparelho.

Por que não tem um todo mês

A órbita da Lua é inclinada uns cinco graus em relação à da Terra. Existe uma lua nova e uma lua cheia todo mês, mas só quando uma delas cai perto do ponto em que as duas órbitas se cruzam é que o Sol, a Terra e a Lua se alinham o bastante para uma sombra cair. Isso acontece em duas temporadas por ano, com uns seis meses de diferença, e é por isso que os eclipses costumam vir aos pares separados por quinze dias: um do Sol na lua nova e um da Lua na cheia ao lado.

O padrão se repete a cada dezoito anos, onze dias e oito horas, o chamado saros, e era assim que os eclipses eram previstos muito antes de alguém conseguir calcular uma órbita. Essas oito horas são a razão de cada repetição de um eclipse do Sol cair um terço de volta ao mundo adiante da anterior.

O que são os desenhos

Os discos são colocados de modo que a parte coberta da área seja a que o cálculo dá: para um eclipse do Sol visto do seu lugar, quanto do Sol fica atrás da Lua; para um da Lua, quanto da Lua fica dentro da sombra cheia da Terra. A mordida é sempre desenhada do mesmo lado, que não é necessariamente o lado de onde você vai ver: isso depende da hora e do lugar. As faixas embaixo são os horários exatos em que cada etapa começa e termina.

A roda coloca cada eclipse no grau em que a Lua está no auge dele. Eles se juntam em dois pontos opostos, onde a órbita da Lua cruza o caminho do Sol, e esses pontos andam para trás pelos signos uns dezenove graus por ano. É por isso que os eclipses de um ano caem num par de signos diferente dos de alguns anos depois.

Um eclipse parcial do Sol não tem um valor único: ele cobre mais Sol em alguns lugares do que em outros, e na maioria não cobre nada. Sem um lugar de onde vê-lo não há nada honesto para desenhar, então nada é desenhado.

Olhar para um, sem machucar os olhos

Um eclipse da Lua pode ser olhado sem nada. Um do Sol não: olhar para o Sol enquanto qualquer parte dele está descoberta machuca os olhos, e óculos escuros não protegem. Vidro de máscara de solda sem o grau certo, chapa de raio X, filme velho e a bacia com água também não servem, embora essas dicas continuem circulando. Use óculos de eclipse certificados, ou projete o Sol por um furinho num papelão. Só os minutos de totalidade, onde eles existem, são seguros sem filtro.

Os eclipses foram lidos como presságios desde que existem registros deles. Nada nesta página diz o que um deles significa para alguém. Ela diz quando a sombra cai, e onde.

Perguntas frequentes

Quando é o próximo eclipse?

O cartão de «O próximo» mostra ele, seja de que tipo for, com a data e o minuto em que chega ao auge, calculado no seu aparelho quando a página abre. Escolha o lugar de onde você vai assistir e o cartão acrescenta como ele aparece ali: a que altura a Lua está num eclipse lunar, ou quanto do Sol fica coberto num solar, se é que fica alguma coisa. A lista abaixo segue com todos os eclipses dos quatro anos seguintes, no seu próprio fuso.

Qual a diferença entre eclipse solar e lunar?

Um eclipse do Sol acontece na lua nova, quando a Lua passa na frente do Sol e a sombra dela cai sobre parte da Terra. Ele é visto só onde essa sombra chega, e como total ou anular apenas numa faixa estreita. Um eclipse da Lua acontece na lua cheia, quando a Lua entra na sombra da Terra, e pode ser visto de todo o lado noturno do planeta ao mesmo tempo. Os dois precisam que a Lua esteja perto de um dos nodos dela.

De quanto em quanto tempo acontecem eclipses?

Todo ano do calendário tem pelo menos quatro eclipses e no máximo sete, contando os dois tipos. Eles vêm em duas temporadas separadas por uns seis meses, quando o Sol está perto dos pontos em que a órbita da Lua cruza o caminho dele. Esses pontos andam para trás pelo zodíaco, então as temporadas chegam quase três semanas mais cedo a cada ano. Um lugar específico vê bem menos: um eclipse total do Sol volta ao mesmo ponto, em média, uma vez a cada vários séculos.

Como olhar um eclipse solar sem machucar os olhos?

Com óculos de eclipse certificados, ou projetando o Sol por um furinho num papelão. Óculos escuros não servem, e também não servem chapa de raio X, filme velho, vidro de solda sem o grau certo nem a bacia com água, embora essas dicas continuem circulando. Só os minutos de totalidade, onde eles existem, são seguros sem filtro. Um eclipse da Lua, ao contrário, pode ser olhado sem proteção nenhuma.

O que um eclipse significa na astrologia?

A astrologia há muito lê os eclipses como marcas de mudança, e muitos astrólogos olham o signo e o grau em que um deles cai e qualquer planeta do mapa natal que esteja perto. Isso é uma tradição de interpretação e não um efeito medido, e um eclipse não é um aviso. A roda desta página coloca cada eclipse no grau da Lua no auge, então dá para ver em que signos caem os próximos; o que fazer com isso fica com você.